Publicado por: Márcio Pereira | Fevereiro 5, 2013

Aventura Entre Douro e Minho – Um pouco sobre a historia do livro

aventura.ptEsta aventura é vivenciada por um grupo de cinco amigos que fazem uma viagem entre o Douro e o Minho: Pedro, Chico, João e as gémeas Teresa e Luísa.

O programa era aliciante: passear pelo campo, pescar no rio, andar de carro de bois, percorrer arraiais e romarias. Enquanto fazem a viagem eles aproveitam para conhecer as terras por onde vão passando. Ficam instalados em Rates.

Aventura Douro e Minho

Enquanto isso os jovens ficam a saber que três criminosos assaltam palácios e igrejas de uma forma misteriosa. A polícia começa com as investigações mas não consegue descobrir nada e pede a colaboração de alguém que os possa ter visto. Em vez de cruzarem os braços, lançam-se à descoberta de pistas, numa tentativa desesperada para encontrarem os verdadeiros criminosos.

Durante a visita que eles fazem ao Palácio dos Duques, em Guimarães, tentam descobrir alguma coisa fazendo muitas perguntas, o que deixa o guia desconfiado. Durante a visita a Luísa reparara que estavam lá três empregados de limpeza muito estranhos, desastrados e suspeitos que estavam sempre a olhar para uma tapeçaria. A tapeçaria é roubada, uma obra de arte de valor incalculável. E como eles tinham estado lá dentro, também eram suspeitos.

Os amigos visitam o Castelo de Guimarães, e numa paragem num café vêm nas notícias que os suspeitos de roubo são 5 pessoas, ao que parece eles próprios. Assim, decidem contatar o jornal de Braga para esclarecerem que nada têm a ver com o assunto, conseguindo o apoio de Jaime, um jornalista da redação. Travam conhecimento com Jaime que lhes fala do Santuário do Bom Jesus e outros importantes Santuários na zona, das suas histórias e lendas, bem como da cidade de Braga.

Entretanto acontece outro roubo desta vez na igreja de Rates. Eles investigam os roubos tentando ver as coisas que eles todos têm em comum.

O João, um dia por acaso, escuta os bandidos a falarem sobre um próximo assalto, então num dos passeios por um pinhal, o jovem és espancado. Os indícios indicavam que o próximo assalto seria na Sé de Braga, mas eles chegam lá tarde de mais.

Num curto espaço de tempo os ladrões fazem uma série de assaltos. Os amigos tentam se infiltrar no grupo de detetives para saber novas informações que lhes permitam apanhar os ladrões.

Nas margens do rio Douro os amigos reúnem-se, e a Luísa compõe a sua teoria sobre a situação. Um dos ladrões ouve a conversa. Pouco tempo depois a Luísa é raptada.

Num dos seus passeios encontram um pescador que lhes dá uma cruz, que tinha sido acabado de pescar, e que pertencia à Sé de Braga, de onde tinha sido roubada. Os amigos decidem ir então à zona onde a cruz foi encontrada, a Ilha dos Amores, na esperança de estarem perto de salvar a sua amiga e apanhar os raptores. E assim é, eles resgatam a Luísa e conseguem com a ajuda de uns escuteiros espanhóis apanhar os bandidos.


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